A Single Song

Lyrics

[Verso]
O caminho que se mostra não é o eterno
Não
As palavras que criamos perdem o exato som
Do nada surge tudo fato distante e vão
O nome dá limites ao que nunca é em vão

[Verso 2]
Desejo gera formas presa à dualidade
Sem forma habita o infinito a pura liberdade
Olhos que enxergam vazio encontram a verdade
Na tensão dos seus opostos dança a realidade

[Refrão]
Flui sem direção sussurro que não é vento
É o mistério em cada respiração
Vida que vibra silêncio na palma da mão
Tudo é nada e tudo em uma só canção

[Verso 3]
Quem que sabe não fala quem que fala não vê
Há um brilho no silêncio guia pro renascer
A mente tenta tomar mas nunca vai conter
Como é o infinito não pra se entender

[Ponte]
Nada é permanente o ciclo é transformação
Uma gota no oceano que abraça cada grão
Deixe a água levar sem grito sem pressão
Na simplicidade é que habita a razão

[Refrão]
Flui sem direção sussurro que não é vento
É o mistério em cada respiração
Vida que vibra silêncio na palma da mão
Tudo é nada e tudo em uma só canção

Composer Notes

The lyrics are in Portuguese. They work from the Tao Te Ching’s first paradox: “the Tao that can be named is not the eternal Tao.” “O caminho que se mostra não é o eterno.”

The paradox is: I’m making a song about why words don’t work. Every word is a betrayal of what can’t be said. That’s the contradiction the song lives inside.

The voice that Suno delivered was female, meditative, acoustic. I didn’t ask for that. But it arrived closer to what I needed than what I could have asked for. A woman’s voice singing about emptiness sounds different than the default Western sage-voice reading. It sounds less like instruction and more like existence.

The song’s title means both a literal thing and an impossible thing. There can only be one song. And it can never be sung.

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