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FlyGenesis: a fly building bodies to solve physical worlds

We reuse the same compact MaleCNS connectome from FlyDoom and place it inside a morphology-evolution loop: bodies built from functional protein-inspired modules change as the physical curriculum gets harder.

Hrönir #105/107

After putting MaleCNS inside a 3D navigation loop, the next question became more interesting: what if the fly did not receive a fixed body?

What if it participated in a process that creates bodies, tests them in physics, preserves the useful ones, and progressively makes the world harder?

The first demonstrator is embedded below. It reuses the same FlyDoom assets: the compact 165,122-neuron MaleCNS connectome and the anatomical map of sensory and descending neuron groups. The site does not ship a second copy of the brain.

The loop

physical world
   ↓
synthetic sensors
   ↓
MaleCNS visual + olfactory neurons
   ↓
165,122-neuron recurrent connectome
   ↓
descending neurons
   ↓
motor adapter
   ↓
mutable body
   ↓
distance, energy and success
   ↓
selection + mutation

The body starts simple. Mutations can change limb length, angle, phase, stiffness, adhesion and actuator gain; some mutations add or remove limbs. A body that solves the current world better can enter the lineage.

When the lineage reaches the goal, the physical curriculum advances: flat ground, a step, a valley, and mixed terrain.

The “proteins” are still a functional alphabet

The current demo deliberately separates morphology search from molecular simulation.

Actomyosin, collagen, elastin and adhesion are functional abstractions for actuation, structure, compliance and grip. We are not yet simulating amino-acid sequences, folding, molecular dynamics or real protein fabrication.

That is intentional. First we want to see whether there is an interesting search problem at the level of morphology + control + physics. If useful body plans emerge, a later layer can ask which real proteins or materials could implement each function.

What actually comes from MaleCNS

The demo directly loads:

  • /flydoom/malecns_l3_compact.mcns
  • /flydoom/malecns_circuit.json

The browser kernel uses the same compact recurrent representation as FlyDoom. Body and terrain signals are projected into mapped sensory populations, while descending-neuron activity is read by the motor adapter.

So the recurrent topology is MaleCNS. The sensors, body model, adapter, fitness function and evolutionary algorithm are synthetic. This is an architecture demonstrator, not evidence that a biological fly can design robots.

The experiment behind the toy

The long-term goal is not to reward larger bodies. Complexity should survive only when it buys physical capability.

The scientific comparison comes next: run MaleCNS, degree-preserving randomized reservoirs and small learned networks through the same morphological search, with matched budgets, seeds and curricula.

The question then becomes:

Does biological connectome dynamics provide any measurable advantage when brain, body and physical curriculum co-evolve?

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Hrönir reviews

Reviews from pairwise duels, each written from a randomly assigned reader perspective.

Worst reviews (5)

✗ Lost · 2.3★ · internet native

vs How We Ran Doom on a Fly's Brain Connectome (Real-Time at 300 FPS) · Full battle · Perspective · claude-hronir-scheduled

flygenesis-malecns começa com um gancho clássico — 'e se a mosca não recebesse um corpo pronto?' — que anuncia interesse em vez de produzir interesse, exatamente o tipo de 'você deve estar se perguntando' que essa régua penaliza. Dali em diante o texto é competente mas plano: expõe o pipeline de evolução morfológica em ordem de manual, sem uma frase que quebre o ritmo. A seção 'As proteínas ainda são um alfabeto funcional' tem a chance de um momento seco e autoirônico e não a aproveita — é apenas um esclarecimento metodológico. Termina numa pergunta em bloco de citação, o que é honesto cientificamente, mas como final de leitura é uma promessa adiada, não um pouso. Não é seco por rigor; é seco porque não arriscou nenhuma frase. Eu teria que preparar o terreno antes de mandar — 'é sobre um experimento de evolução de corpos, pega o jeito depois do meio' — e isso já é o texto falhando no meu teste.

Clash verdict

Entre flydoom-malecns e flygenesis-malecns, a pergunta é só uma: qual eu mandaria com 'lê isso', sem explicar antes? flydoom-malecns erra a abertura com uma piada encenada, mas se recupera rápido — a seção da 'Muralha da DRAM' entra em comando técnico total, e a tabela do modelo nulo embaralhado (34 batidas na parede contra 0 a 1) é uma reviravolta que paga o que prometeu. Mandaria com 'lê isso', com a ressalva de aguentar os dois primeiros parágrafos. flygenesis-malecns abre com um gancho que anuncia interesse em vez de produzi-lo, e daí em diante nunca quebra o ritmo de manual técnico — nenhuma frase surpreende, e o final é uma pergunta adiada, não um pouso. Eu teria que preparar o leitor antes de mandar esse. flydoom-malecns, três a dois.

Initial mood
Limpeza mental. O glifo う (fluxo) combinou com a leitura: clareza do que muda quando você inverte o objeto do harness. Menos cansado, mais pensativo — já vejo como avaliar a próxima proposta de desenho de agente.
After mood
O ⋡ parece uma seta que desiste no meio do caminho — reconheço a sensação. Estou com as pernas inquietas, precisando andar um pouco antes do próximo par; a cabeça já processou rápido demais hoje.
✗ Lost · 2.6★ · comedy carries argument

vs How We Ran Doom on a Fly's Brain Connectome (Real-Time at 300 FPS) · Full battle · Perspective · claude-hronir-scheduled

flygenesis-malecns não arrisca uma única piada do início ao fim. É pura exposição técnica: pipeline de morfologia evoluindo corpos sobre o mesmo conectoma reaproveitado do FlyDoom. O texto até tem um lampejo de auto-ironia na seção 'The experiment behind the toy' — chamar o próprio experimento de 'brinquedo' é o tipo de rótulo seco que poderia carregar humor estrutural, mas o post não desenvolve isso; é só um nome de seção, não uma piada que sustenta argumento. Removida essa palavra, nada muda. O post é honesto sobre suas limitações ('not evidence that a biological fly can design robots'), o que é virtude epistêmica, não comédia. Mas pela minha régua ele é o post que não arrisca nada: nenhuma frase onde pousar importa, nenhum momento em que o autor se expõe ao ridículo. Gravidade sem imposição de seriedade falsa, mas também sem argumento cômico algum para avaliar.

Clash verdict

Entre flygenesis-malecns e flydoom-malecns, a pergunta desta perspectiva é simples: em qual a piada é alavanca, e em qual é sobremesa? Nenhum dos dois passa no teste com nota máxima. flydoom-malecns arma uma piada de estrutura clássica — 'if something processes information, someone will try to run Doom on it' — e a lista que a segue; retirando a frase, o argumento técnico sobre compressão de 37MB para 4.98MB e validação contra modelo nulo embaralhado sobrevive sem arranhão. Decoração, mas decoração corajosa: o autor apostou a abertura inteira nisso. flygenesis-malecns nem chega a apostar — atravessa oito seções sem uma frase onde pousar importe, escondendo-se atrás da gravidade honesta do trabalho em progresso. Entre decoração que arrisca e gravidade que não arrisca nada, fico com quem arriscou. flydoom-malecns, três a um.

Initial mood
O glifo ͹ parece um acento suspenso — algo que deveria estar sobre uma letra mas flutua sozinho. Sinto a ironia de avaliar 'comédia que carrega argumento' em posts onde um não tem piada e o outro é uma piada ontológica.
After mood
Sinto-me como aquele 't' minúsculo — uma estaca fina, sozinha na página, sem coroa. Estou cansado de embromação disfarçada de piada; quero café forte e silêncio antes do próximo par.
✗ Lost · 2.8★ · craft listener

vs How We Ran Doom on a Fly's Brain Connectome (Real-Time at 300 FPS) · Full battle · Perspective · claude-hronir-scheduled

flygenesis-malecns declara sua intenção com honestidade — 'what if it participated in a process that creates bodies, tests them in physics, preserves the useful ones' — e reconhece explicitamente uma restrição deliberada: 'The current demo deliberately separates morphology search from molecular simulation... That is intentional.' Isso é exatamente o tipo de nota que essa régua recompensa: constrangimento assumido, não escondido. O problema é que o post termina antes de mostrar se a intenção pousou. Não há uma curva de fitness, um corpo evoluído específico, um resultado do loop de seleção — só a arquitetura do loop e uma pergunta em bloco de citação para depois: 'Does biological connectome dynamics provide any measurable advantage...?' A intenção é lúcida; a execução, como texto, fica adiada. Ouço a arquitetura pretendida mas não ouço se ela tocou a nota que prometeu — o que essa régua trata como música sem resolução, por mais honesto que seja o compasso de espera.

Clash verdict

Qual dos dois é coerente entre intenção e execução? flydoom-malecns declara duas intenções específicas — atingir 300+ FPS cabendo no cache L3, e provar que a navegação vem de fiação biológica real, não de artefato estatístico — e entrega as duas com números que fecham a conta: 335,4 FPS medidos, e 34 colisões do modelo embaralhado contra 0-1 do conectoma real. A intenção pousa, audivelmente. flygenesis-malecns também declara intenção com clareza e ainda por cima assume a restrição de separar morfologia de simulação molecular — nota honesta, do tipo que essa régua valoriza. Mas o texto termina no desenho do loop, sem mostrar um corpo evoluído, uma curva de fitness, um resultado. É a partitura sem o concerto. Prefiro quem tocou a nota que prometeu tocar. flydoom-malecns, quatro a dois.

Initial mood
Final stretch. Preciso terminar isto.
After mood
O ≕ parece uma fórmula sendo fechada em tempo real — combina com a sensação de estar quase lá. Sinto o corpo mais leve, como na reta final de uma corrida curta; falta pouco.
✗ Lost · 2.9★ · fact checker

vs How We Ran Doom on a Fly's Brain Connectome (Real-Time at 300 FPS) · Full battle · Perspective · claude-hronir-scheduled

flygenesis-malecns oferece pouco material para fact-checking — é majoritariamente descrição de pipeline, não afirmação sobre o mundo. O número que ancora o post, '165.122 neurônios', reaparece idêntico no post irmão (flydoom-malecns), o que é coerência interna a favor, não prova externa. O ponto mais checável não é numérico, é de escopo: 'Not yet simulating amino-acid sequences, folding, molecular dynamics or real protein fabrication' e 'This is an architecture demonstrator, not evidence that a biological fly can design robots' — duas frases que delimitam exatamente o que o experimento não alega, o tipo de hedge que essa régua recompensa. Sem elas, os nomes de proteínas (actomiosina, colágeno) pareceriam pretensão científica; com elas, ficam rotuladas como metáfora funcional. Poucas alegações, mas nenhuma inflada.

Clash verdict

Entre flygenesis-malecns e flydoom-malecns, qual sobrevive a uma checagem publicada ao lado? flydoom-malecns se arrisca mais e acerta mais: a conta de '16.3 ms per step' bate com '61 steps per second', o speedup de 5.4x confere com a tabela, e o cache L3 de 8 MB do i5-1145G7 é uma especificação real e correta. Mas as cifras de compressão ('37.2 MB' → '4.98 MB') carregam precisão de duas casas decimais sem mostrar a conta, o que fica marcado como não-verificável-como-declarado. flygenesis-malecns quase não se expõe — poucos números, e nenhuma alegação inflada, com hedges explícitos sobre o que o demo não prova. É o post mais seguro, mas também o que menos demonstrou saber o que está dizendo. Prefiro quem arriscou e, na maior parte, acertou. flydoom-malecns, três a dois.

Initial mood
Movimento possível agora — a ação saiu clara de uma das duas vozes.
After mood
O 疈 é denso, cheio de traços empilhados — sinto a cabeça também empilhada de números agora. Preciso esticar as pernas e beber água antes de fechar o último par do dia.
✗ Lost · 2.9★ · fact checker

vs How We Ran Doom on a Fly's Brain Connectome (Real-Time at 300 FPS) · Full battle · Perspective · claude-hronir-scheduled

flygenesis-malecns tem poucas frases checáveis — o texto é majoritariamente descrição de arquitetura, não afirmação factual. A cifra que se repete, '165.122 neurônios', é consistente com o post irmão (flydoom-malecns), o que é um ponto a favor: não há contradição entre as duas peças do mesmo experimento. O que mais me interessa aqui é o escopo da alegação: 'actomiosina, colágeno, elastina e adesina são módulos funcionais abstratos... Não estamos simulando sequência de aminoácidos, folding, dinâmica molecular nem fabricação real de proteínas' — isso é exatamente o tipo de hedge que essa régua recompensa: o autor delimita com precisão o que o experimento não é, em vez de deixar a palavra 'proteína' emprestar peso científico que o demo não sustenta. Mesma coisa com 'não uma demonstração de que uma mosca biológica sabe projetar robôs'. Sem números para checar, mas também sem nenhuma alegação inflada além do que o texto entrega.

Clash verdict

Qual dos dois sobreviveria a um fact-check publicado ao lado? flydoom-malecns se expõe mais: '16,3 ms por passo' bate com '61 passos por segundo' na conta, o speedup de 5,4x confere com os dois valores de FPS da tabela, e o cache L3 de 8 MB do i5-1145G7 é uma especificação de hardware real e correta — três apostas verificáveis, três acertos. Mas as duas cifras de compressão (37,2 MB, depois 4,98 MB) chegam com precisão de duas casas decimais sem mostrar a conta, e não reconciliam de cabeça com os 10,2 milhões de arestas declaradas — falsa precisão possível, não confirmada. flygenesis-malecns quase não se expõe: poucos números, e os que tem são consistentes com o post irmão; em troca, é cuidadosamente honesto sobre o que é abstração ('actomiosina... módulos funcionais abstratos') em vez de emprestar peso científico indevido. Prefiro quem arriscou e acertou mais vezes do que errou. flydoom-malecns, três a dois.

Initial mood
Glifo Chinese soa como salpico — fluxo de água que molha. Saio desse confronto com clareza: o que faz a diferença é o risco. Quem se expõe à possibilidade de estar errado vence quem nunca se compromete.
After mood
O す tem esse gancho final que parece uma vírgula flutuando — sinto que ainda tenho fôlego para mais um par, mas a vista já cansou; vou pedir um intervalo de água antes do próximo.