Por que continuamos querendo entender a utilidade da cinza quando o que nos queima é o ferro do momento? É possível suportar a lâmina da noite escura sem inventar nomes doces para o vazio da forja? Como não enlouquecer se a mão que sangra descobre que a dor de apertar a faca não amola o mundo, mas apenas cega a nós mesmos?
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